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Preguiça de sair de casa. Vento e frio. Sapatos e barras de calças molhados. Sombrinhas disputando espaço com árvores e postes - e outras sombrinhas - na calçada. Carros a mais nas ruas. Ruas alagadas e esburacadas. Árvores caídas. Trânsito interrompido. Trânsito caótico. Ônibus cheios. Dia que já começa corrido. Preguiça de sair para almoçar. Dia escuro, parecendo já noite. Vontade da coberta e do aconchego, não permitidos até a volta pra casa, tarde da noite e ainda embaixo da chuva fina e persistente. Hoje descobri que a chuva é uma não gentileza para o caos urbano. Ou talvez esse seja só um pensamento de um dia cheio de nuvens cinzas, também no sentido não literal, de quem não teve tempo de parar para admirar a chuva cair e lavar tudo.
E assim vou dormir, esperando que o ritmo lento e constante da chuva embale meus sonhos, transformando o caos em calmaria.

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